Samurai Sentai Shinkenger
"O pacífico fim dos Gedoushuu."
Em um dia ensolarado, Dokoku estava caminhando entre os humanos, disfarçado. Ele perdeu sua parceira, Dayuu Usukawa, em uma grande batalha contra os Shinkengers. Agora, ele esperava por vingança contra os humanos. Então, ele sentou em um banco e viu uma mulher lendo um jornal. Ela olhou para ele e perguntou:
- Você está bem?
- Estou bem, mas onde estou?
- Está em Tóquio, Japão. Posso te ajudar?
- Sim.
Eles caminharam pela cidade.
- Você pode ter uma casa aqui. Eu te ajudarei. - ela sugeriu. De repente, ouviu uma criança chorando.
- Espere um momento, por favor. Eu voltarei. - a moça disse.
- Eu esperarei.
Ela foi ajudar a criança.
- O que aconteceu contigo?
- Eu vi um monstro feio. Ele assustou meus amigos e me machucou. Cuidado! Ele está atrás de você!
Os Nanashi agarraram-a, mas foram socados e empurrados.
- Saia daqui, é melhor para você. - ela disse à criança. Então, outros Nanashi vieram e esfaquearam-a.
Dokoku estava pensando nela.
- Como ela me conquistou? É apenas uma humana. Mas é uma humana especial. Ela não merece minha vingança contra eles.
Então, ele viu-a sendo agredida e correu para ajudá-la. Ela estava caída no chão, sangrando.
- Afastem-se dela, idiotas! - ele ordenou e ajudou-a a levantar-se.
- Leve-me a sua casa. Eu posso te ajudar. - ele disse e ela levou-o.
Em seu quarto, ela estava deitada. Ele cuidou de seus ferimentos. A noite veio.
- Tenho que voltar para casa, mas...Posso levar uma foto sua?
- Sim, leve essa.
- Obrigado. Boa noite.
- Espere...Prazer em conhecê-lo. Meu nome é Yoko. E você?
- Meu nome é...Takeshi. Prazer em conhecê-la também. Adeus.
- Adeus...
E, então, ele saiu.
Enquanto isso, no Rio Sanzu, Shitari e os Nanashi estavam procurando por Dokoku. Então, ele entrou lá.
- Onde você estava, Dokoku? Estávamos procurando por você! - Shitari perguntou.
- Eu...eu não quero dizer a vocês.
- Ok. Você não precisa. Mas está "preocupado". O que aconteceu contigo?
- Eu não quero dizer a vocês! Quero ficar sozinho agora.
- Ok. - o cientista saiu.
Então, Dokoku estava descansando, pensando nela e olhando sua foto. Ele caminhou pelo parque novamente e viu Yoko. Eles encontraram-se e conversaram. Às vezes, ficavam em silêncio, apenas tocando mão do outro.
- Gostaria de ficar mais tempo contigo, mas...tenho que cuidar das crianças. Verei você em breve. Adeus! - ela disse.
- Adeus. - ele pensou e pediu. - Mas...posso ficar contigo e com as crianças?
- Pode. Eu gostaria que ficasse.
Assim, eles estavam olhando-as brincarem, quando os Nanashi chegaram.
- Malditos! Saiam daqui agora! - Takeshi gritou.
- Eu não obedecerei a um humano idiota. Espere! Você tem a voz de Dokoku! Não pode ser... - o soldado exclamou.
- O que está dizendo?
- Você pode ser Dokoku? Eu não acredito... - o Nanashi disse novamente.
- Cale-se! - ele correu para atacá-los, mas foi esfaqueado por um deles. Ela tentou ajudá-lo.
- Volte para casa, por favor...Eu derrotarei-os.
- Mas como? Você está ferido!
- Confie em mim...Eu estarei bem. - ele sorriu para ela.
Ela não tinha escolha. Por ele, ela voltou para casa, mas preocupada, rezando por ele.
Takeshi estava lutando contra eles, quando pegou sua espada e atacou-os. Os soldados saíram de lá. O rapaz foi à casa dela e não encontrou-a. Ele ficou preocupado e foi ao Rio Sanzu. Estava escondido lá e viu-a capturada por aqueles soldados. Shitari chamou seu mestre.
- Dokoku! Olhe para o que temos para você! Uma humana!
- Maldito! Solte-a!
- Mas...Dokoku!
- Solte-a agora!
- Não posso acreditar. O verdadeiro Dokoku odeia humanos. O que está acontecendo contigo? - um Nanashi perguntou.
- Não me questione! Solte-a agora ou eu te matarei!
- Ok! Ok! - eles soltaram-a.
- Obrigada... - ela agradeceu-o.
- Adeus... - ele disse.
- Adeus...
De volta a sua casa, ela pensou nele.
- Por que ele fez isso? O grande general dos Gedoushuu...sendo bondoso...E aquela voz...Talvez a voz de Takeshi...
No Rio Sanzu, Dokoku estava pensando nela novamente, um pouco triste pelo que aconteceu com ela lá.
- Yoko, eu prometo. Eu acabarei com isso. Essa guerra estará acabada. Por você.
Ele tentou pensar nisso.
- Mas...como convencerei-os? Tentarei mesmo assim.
Transformou-se em humano e saiu para encontrá-la. Eles conversaram.
- Talvez você possa não acreditar, mas eu...fui capturada por algumas criaturas e fui levada a um lugar chamado Rio Sanzu.
- Como se sentiu lá?
- Eu estava assustada...muito assustada. Mas o mestre deles me libertou. Por dentro, ele era bom e amoroso. E...ele tinha sua voz.
Takeshi ficou paralisado com suas palavras.
- Takeshi, o que aconteceu?
- Nada...Não há nada...Desculpe-me, tenho que ir embora.
Ele correu para o Rio Sanzu. Ela perseguiu-o. Takeshi estava deitado e ela chegou em seu quarto.
- Takeshi, que está fazendo aqui? - Yoko perguntou, assustada.
- Como chegou aqui? É perigoso! Volte para casa, por favor!
- O que está dizendo? E...e você? Como chegou aqui?
Shitari chegou.
- Dois humanos aqui! Dokoku, olhe isso! Dokoku? Onde você está?
Ele saiu para procurá-lo.
- Vamos sair daqui! - Takeshi levou-a consigo à saída, mas os Nanashi chegaram.
Shitari voltou.
- Bem, Dokoku não está aqui, mas eu levarei-os a ele!
Então, Takeshi pegou sua espada e atirou neles.
- Pare agora!
- E por quê?
- Eu sou seu mestre!
Ele transformou-se em Dokoku. Ela não podia acreditar! Ele era Dokoku o tempo todo!
- Não posso acreditar! Desculpe, mestre! Mas você...
- Eu também...Por que fez isso, Takeshi?
Ele tirou-a de lá e destransformou-se. Então, correu para longe. Ela tentou encontrá-lo. Ele estava sentado em um banco, com uma bela lua cheia, na praça, vendo o mar, à noite. Estava chorando, silenciosamente, pensando no que havia feito. Yoko encontrou-o e ficou próxima a ele. Takeshi estava quieto, muito tímido para falar com ela, que estava triste também e, talvez, chorando. Depois de um tempo:
- Desculpe-me. Eu te enganei.
- Não...Você não me enganou. Você mostrou que é bondoso.
- Não consigo perdoar a mim mesmo. Você é a pessoa mais amável e eu fiz isso contigo. Eu não era humano e não posso convencê-los a parar com essa guerra.
Ele levantou-se e ela também.
- Ouça...Começamos sendo amigos, mas eu...eu te amo! Precisava dizer isso a você! Talvez você não queira me ver mais depois disso, mas eu não poderia te deixar ir embora sem saber disso. Você é amada. Você é minha amada! - ele confessou.
- Não...Eu nunca te deixarei. Meu amor... - suavemente, beijaram-se.
- Mas...como convencerei-os a parar essa guerra? - ele perguntou.
- Você é o mestre deles. Você conseguirá.
- Você está certa... - ele beijou-a novamente.
Enquanto isso, em uma multidão, Shitari disse, junto a outros Gedoushuu.
- Ouçam! Chamei todos porque vocês serão conquistados pelos Gedoushuu. Nós temos esperado por nossa vingança. São as ordens do mestre. Nanashi, encontrem Dokoku!
- Não precisam. Estou aqui. - ele chegou.
- Oh, Dokoku! Diga-nos o que faremos com eles.
- Parem agora!
- O quê?
- Eu sou seu mestre! Mandei parar agora e libertá-los. Eles viverão suas vidas normalmente. Vocês viverão uma vida normal.
- Bem, você é o comandante. Mas o que faremos agora?
- Consigam uma forma humana para si mesmos. Esta guerra está acabada.
Então, a partir desse momento, os Nanashi transformaram-se em civis e Shitari tornou-se um cientista, um velho cientista. Takeshi e Yoko moraram em sua casa. Eles tornaram-se professores e viveram felizes.
sábado, 15 de agosto de 2009
quarta-feira, 12 de agosto de 2009
Fanfiction: Dairanger VS Jyuranger
Gosei Sentai Dairanger VS Kyoryu Sentai Jyuranger
Certo dia, no Japão, as pessoas viviam pacificamente sua rotina quando o céu escureceu. Vieram raios, trovões, começou a chover. Do alto de sua bicicleta voadora, Bandora dizia:
- Eu voltei, humanos miseráveis! Agora vocês sofrerão nas minhas mãos!
Então, Barza, o mentor dos Jyurangers, chamou os heróis.
- Jyurangers, o planeta precisa de vocês novamente. Bandora libertou-se.
- Mas como? Daijyujin prendeu-a! - perguntou Boy, o Tiger Ranger.
- Vamos rápido! Ela deve estar causando destruição! - disse Geki, o Tyranno Ranger.
- DINO BUCKLER! - todos gritaram sua frase de transformação.
Eles chegaram à cidade.
- Bandora, o que faz aqui? Você ainda não desistiu? - falou Goushi, o Mammoth Ranger.
- Eu me vingarei de vocês, Jyurangers. Golems, ataquem!
E eles lutaram.
Na Tribo Gohma, Akomaru via a cidade e resolveu mandar Ikazuchi atacá-la. Tenpou avisou-o sobre a equipe de Bandora.
- O que esse invasores fazem aqui? Este planeta será meu! - o garoto reclamou.
Ele enviou seu monstro.
Na cidade, Ikazuchi começou a enfrentar tanto os Jyurangers quanto a equipe de Bandora. Então, Grifforzer lutou contra ele. Depois de uma longa batalha, Grifforzer recebeu um golpe fatal e foi destruído.
- Miserável! - gritou Bandora.
- Nãããooo!!! - gritou Lamy, chorando por seu marido.
- Vamos voltar ao palácio! - falou Bandora.
No dia seguinte, foi executado o funeral de Grifforzer. Logo depois, todos saíram, deixando Lamy despedir-se do marido. Enquanto isso, os Cotpotros estavam atacando a cidade junto com o Trio Gohma. Neste momento, o major Zaidosu avista alguém. É Lamy. Ele a vê triste e resolve consolá-la.
- Ei, moça, o que aconteceu? Porque está triste?
- Nada importante. Não precisa se preocupar.
- Por favor, me diga! Talvez eu possa ajudá-la.
- É uma longa história.
Então, ela contou a ele sobre Ikazuchi, que matou seu marido.
- Não sabemos de onde ele veio.
- Infelizmente, eu sei. Ele pertence à Tribo Gohma e eu também.
- Bem, prazer em conhecê-lo. Meu nome é Lamy.
- Eu sou o major Zaidosu. Espero vê-la novamente.
- Eu também.
Assim, eles se despediram.
Depois daquele dia, eles passaram a se encontrar mais vezes, até trocaram fotos.
No Palácio, Bandora estava à procura de sua guerreira.
- Onde está Lamy? Voltaremos a atacar a cidade e precisamos dela!
- Não sabemos, Bandora-sama! - disse Tottopatto.
Então, Bandora procurou-a em seu telescópio.
- Ah, está ali. Espere, quem é esse rapaz? - a bruxa falou.
Anoiteceu, o casal se despediu. Assim, no dia seguinte, Bandora anunciou seu novo guerreiro.
- Ouçam todos! Este é o guerreiro Aburera. Não permitirei que Lamy saia com outras pessoas sem a minha decisão. Para isto, ele está aqui.
Lamy, que estava lá, escutou tudo. Puripurikan percebeu sua presença.
- Oh, Lamy! - ele disse.
- Bandora-sama! Não pode fazer isso. O que há de errado com o rapaz? - ela perguntou.
- Segundo minhas fontes, ele e aquele monstro que matou Grifforzer são da mesma tribo. Devem ser pessoas ruins.
- A senhora não entende. Ele é um bom rapaz!
- Isso não importa!
Então, Lamy fugiu do palácio e foi atingida pelos raios que Bandora lançava, causando sangramento. Ela foi à Tribo Gohma.
Enquanto isso, os Jyurangers estavam em sua base.
- De onde veio aquele monstro? Não parecia ser do grupo da Bandora. - comentou Dan, o Tricera Ranger.
- Jyurangers, consegui informações. Ele pertence à Tribo Gohma. - falou Barza.
- Tribo Gohma? - todos perguntaram.
- Exatamente. Outro grupo de criaturas que querem dominar o planeta. Mas não se preocupem. Existe outro grupo de heróis, os Dairangers. Teremos que trabalhar em equipe com eles. Consegui contato com o mentor deles, Mestre Kaku.
Então, eles foram à procura dos Dairangers e encontraram-os.
Assim, os Jyurangers e os Dairangers cumprimentaram-se.
- Temos que deter Bandora! - falou Mei, a Ptera Ranger.
- Devemos pensar em alguma idéia para prendê-la novamente na urna. Vamos à base. - disse Burai, o Dragon Ranger.
Enquanto isso, na Tribo Gohma:
- Como ela pôde fazer isso? - o major perguntou.
- Bandora-sama não quer nos ver juntos. Para isso, conseguiu um aliado. - Lamy disse.
- Lamy, não importa o que eles façam, não conseguirão acabar com nossa amizade.
Dito isso, abraçaram-se.
À noite, estavam todos prontos para dormir, quando Gara visitou Zaidosu em seu quarto, que estava aceso. Ela viu-o observar uma fotografia.
- Quem está nesta foto?
Ele hesitou em responder.
- Não tenha medo.
- É uma amiga que conheci.
- Bem, então, boa noite.
- Boa noite.
Ao sair do quarto, ela depara-se com Shadam.
- O que está fazendo aqui? Precisa dormir. É muito tarde. - ele disse.
- Fui falar com Zaidosu.
- Bem, então, boa noite.
- Boa noite.
No dia seguinte, Zaidosu convidou Lamy para ir à Tribo Gohma e eles divertiram-se.
No Palácio:
- Ah, eles estão juntos novamente! Aburera, vá buscá-la!
Assim, ele invadiu a tribo.
- Onde está Lamy? Entreguem-a agora! - disse Aburera, apontando uma faca para Shadam.
- Quem? Não conheço ninguém com esse nome!
- Foi você quem pediu! - falou Aburera, fincando a faca no coronel, que gritou de dor.
- Shadam! Shadam! Acalme-se, por favor! - falou Gara, que tratou o ferimento.
- O que você quer aqui? - o coronel perguntou.
- Eu só quero levar uma pessoa para sua casa. Ah, está ali! - o malvado disse. - Volte aqui!
Sendo assim, foram obrigados a voltar lá.
- Venha aqui, mocinha. Bandora-sama mandou voltar.
Tentaram escapar, mas Aburera atirou.
- Ela terá mesmo que voltar? Não podemos fazer nada?
- Infelizmente, ela terá que voltar. Se a mantivéssemos aqui, Bandora causaria uma guerra. - um Cotpotro disse.
Antes de ir, Lamy abraçou Zaidosu e disse:
- Não importa o que eles façam, não conseguirão acabar com nossa amizade.
Então, foram embora. Logo em seguida, Gara abraçou Zaidosu, que chorou por Lamy.
No quarto:
- Sei que está muito triste. Ela significa muito para você, certo? - a tenente perguntou.
Ele confirmou.
- Então, vá atrás dela. Nós o apoiaremos. - falou Shadam.
Então, o rapaz voltou a sorrir e foi procurá-la.
De repente, Gara viu seu amigo tornar-se triste.
- Porque está triste? Aconteceu alguma coisa?
- Ele me fez lembrar de minha ex-mulher. É lindo quando começa um amor. Eu espero que ele seja feliz.
Então, ele recordou-se das brigas com a mulher e da guerra entre as tribos.
- Minha vida foi um sonho frustrado. Queria ter uma família. - retomou. - Vocês são a minha maior família. Principalmente você, por quem eu tenho um carinho especial.
Pouco a pouco, eles aproximaram-se. Assim, conversaram até dormirem juntos.
Enquanto isso, na floresta, Zaidosu procurava por Lamy, quando viu-a sendo agredida por Aburera e tentava fugir dele.
- Largue-a, miserável!
- Venha buscar!
Eles travaram uma batalha. O rapaz saiu ferido, mas conseguiu trazê-la de volta à tribo.
De volta à Tribo Gohma, trocaram abraços e carinhos.
- Devo muito a você. Aquele Aburera é muito perverso. - ela disse, enquanto tratava o ferimento no rosto do rapaz.
- Senti tantas saudades suas.
Então, aproximaram-se. Levemente, tocaram um ao outro e beijaram-se.
- O que foi isso? - perguntaram ao mesmo tempo.
- Só pode significar uma coisa. - ela disse.
- Eu te amo! - ele falou.
Assim, sorriram e beijaram-se novamente. Depois de um tempo, conversaram.
- Devo muito a você. É a primeira pessoa que me fez descobrir o amor. - o major disse.
- Como? - ela perguntou.
- Quase não há fraternidade ou amor entre os Gohma.
- Compreendo.
Voltaram ao quarto e descansaram.
No Palácio:
- Conseguiram escapar! Agora basta! Vamos atacá-los e destruí-los! - falou
Bandora.
Assim, a equipe de Bandora foi à cidade. Na base dos heróis, eles puderam ver tudo.
- Ah, Bandora! - falou Goushi.
- Temos que nos preparar. Vamos juntos! - disse mestre Kaku.
Eles chegaram lá e os Gohma, vendo a situação, também. Kou, KibaRanger, ficou feliz ao ver seu pai lutando ao seu lado.
- Kiryoku Tenshin Aura Changer!
- Dino Buckler!
- Ryuu Ranger, Tenkasei Ryou!
- Shishi Ranger, Tengensei Daigo!
- Tenma Ranger, Tenjuusei Shouji!
- Kirin Ranger, Tenjisei Kazu!
- Houou Ranger, Tenpuusei Rin!
- Kiba Ranger, Houshinsei Kou!
- Ten ni kagayaku itsu boshi! Gosei Sentai Dairanger!
- Tyranno Ranger! Geki!
- Mammoth Ranger! Goushi!
- Tricera Ranger! Dan!
- Tiger Ranger! Boy!
- Ptera Ranger! Mei!
- Dragon Ranger! Burai!
- Kyoryu Sentai Jyuranger!
Eles começaram a luta. Os Dairangers usaram seus ataques especiais provenientes do Kiryoku e os Jyurangers usaram suas armas. Logo em seguida, os Dairangers usaram a Kiryoku Bomber e a Super Kiryoku Bazooka, enquanto os Jyurangers usaram o Howling Cannon para destruir os Golems e Ikazuchi, que também estava lutando. Vendo a situação, Aburera pilotou seu robô. Os heróis formaram o Daijyujin e o DairenOh, enquanto o casal usou a Kyodaika Bakudan para poder lutar contra o robô do malvado. O DairenOh utilizou a DaiOuKen e o Daijyujin utilizou os ataques do King Brachio. Para finalizar, DaiMugen foi usado para quebrar o robô. Mesmo assim, Aburera pôde reconstruir sua máquina. Então, o major usou o Youryoku e Lamy usou sua arma. De repente, o robô utilizou sua espada e atingiu Lamy com um golpe fatal. Assim, a Kyodaika Bakudan perdeu seu efeito e ela voltou à terra. O rapaz voltou à terra para ajudá-la.
- Lamy, resista! Você sabe que não está sozinha!
- Meu amor, me escute, por favor! Será mais difícil se lutarmos contra isso agora. Eu não queria que acabasse assim. Infelizmente, nem tudo é como nós queremos.
- Mas nós podemos lutar por isso! Eu só peço que resista, por favor! Não vou saber viver sem você! É o meu primeiro amor! Não pode acabar assim! Eu te amo mais do que tudo!
- Eu sei, e eu quero me lembrar de você como o amor mais intenso e mais lindo que já tive.
Dito isso, ela morreu nos braços dele. Ele desesperou-se e chorou por ela. Depois, virou-se para o robô.
- Miserável! Você me paga por isso!
Assim, ele utilizou novamente a Kyodaika Bakudan e atacou a máquina. Então, os heróis utilizaram os mesmos ataques, unidos, e destruíram o robô. Aburera voltou à terra. Os Dairangers e os Jyurangers formaram suas Bazookas e dispararam. O malvado foi destruído, assim Lamy voltou a viver. Então, o major correu em sua direção para vê-la.
- Meu amor, você conseguiu!
- Tudo por você.
Assim, eles abraçaram-se e beijaram-se. Mas veio um Cotpotro e anunciou:
- O senhor deve voltar conosco. Os Gohma voltarão à tribo agora.
Eles tiveram que se despedir.
- Bem, terei que viajar para outro lugar. Não poderei mais ficar no Palácio da Bandora.
- Pode ficar na Tribo Gohma.
- Não precisa. Não quero incomodá-los. Se quiser, pode viajar comigo.
- Tenho que pedir permissão aos Gohma. Mas farei tudo para ficar com você. Só peço que me espere.
Eles se abraçaram e ele voltou à tribo.
Na Tribo Gohma:
- Gara, preciso falar contigo. - disse Zaidosu.
- O que aconteceu?
- Lamy viajará para outro lugar e preciso da permissão dos Gohma para ir.
- Querido, escute: Se quer ficar com ela, então vá. Eu sei como sofreu por ser dependente dos Gohma. Agora é sua vez de decidir o próprio destino.
- E seja feliz com quem ama. - o coronel disse.
Assim, ele agradeceu aos seus amigos e arrumou as malas. Os três amigos despediram-se.
- Gara, há muito tempo eu queria te pedir isso. Aceita se casar comigo?
Ela emocionou-se. Então, perguntou:
- Por que me pediu em casamento?
- Eu sempre achei que não amaria mais ninguém. Mas você é muito mais do que uma amiga e eu quero te fazer feliz. Eu te amo!
Ela o abraçou.
- Sempre te vi mais do que como um amigo. Mas nunca pensei que me amasse tanto quanto eu te amo.
- Então, quer dizer que...
- Eu aceito seu pedido.
Eles abraçaram-se e, então, beijaram-se.
Enquanto isso, Lamy estava no aeroporto. Então, ela ouviu uma voz conhecida.
- Lamy! Me espere!
Ela ficou feliz ao ver que seu amado veio.
- Lamy! Agora somos só nós dois!
Assim, eles abraçaram-se e beijaram-se. Então, viajaram.
Enquanto isso, os Jyurangers e os Dairangers divertiam-se. Mas chegou a hora da despedida.
- Adeus, Dairangers! Foi muito legal ter conhecido vocês! - disse Boy.
- Adoramos vocês, Jyurangers! - falou Lin.
- Venham nos visitar qualquer dia! - sugeriu Barza.
- Com certeza iremos! Adeus! - o mestre Kaku confirmou.
Eles despediram-se. Os Jyurangers voltaram às nuvens e os Dairangers acenavam para eles, depois voltaram à diversão.
Depois de alguns meses, Shadam e Gara já estavam casados. À noite, preparavam-se para dormir.
- Quem diria, que eu me casaria novamente depois de tanto tempo. Bem, agora é para sempre, meu amor!
Eles beijaram-se e dormiram juntos.
Enquanto isso, Zaidosu e Lamy também preparavam-se para dormir.
- Enfim, depois de tudo que passamos, conseguimos ficar juntos. - ela disse.
- Meu amor, agora somos só nós dois, para sempre! Todo o sofrimento acabou. Já estamos casados, é uma vida nova! Eu prometo, eu te farei feliz! Nós seremos felizes!
Então, eles beijaram-se.
FIM!
Certo dia, no Japão, as pessoas viviam pacificamente sua rotina quando o céu escureceu. Vieram raios, trovões, começou a chover. Do alto de sua bicicleta voadora, Bandora dizia:
- Eu voltei, humanos miseráveis! Agora vocês sofrerão nas minhas mãos!
Então, Barza, o mentor dos Jyurangers, chamou os heróis.
- Jyurangers, o planeta precisa de vocês novamente. Bandora libertou-se.
- Mas como? Daijyujin prendeu-a! - perguntou Boy, o Tiger Ranger.
- Vamos rápido! Ela deve estar causando destruição! - disse Geki, o Tyranno Ranger.
- DINO BUCKLER! - todos gritaram sua frase de transformação.
Eles chegaram à cidade.
- Bandora, o que faz aqui? Você ainda não desistiu? - falou Goushi, o Mammoth Ranger.
- Eu me vingarei de vocês, Jyurangers. Golems, ataquem!
E eles lutaram.
Na Tribo Gohma, Akomaru via a cidade e resolveu mandar Ikazuchi atacá-la. Tenpou avisou-o sobre a equipe de Bandora.
- O que esse invasores fazem aqui? Este planeta será meu! - o garoto reclamou.
Ele enviou seu monstro.
Na cidade, Ikazuchi começou a enfrentar tanto os Jyurangers quanto a equipe de Bandora. Então, Grifforzer lutou contra ele. Depois de uma longa batalha, Grifforzer recebeu um golpe fatal e foi destruído.
- Miserável! - gritou Bandora.
- Nãããooo!!! - gritou Lamy, chorando por seu marido.
- Vamos voltar ao palácio! - falou Bandora.
No dia seguinte, foi executado o funeral de Grifforzer. Logo depois, todos saíram, deixando Lamy despedir-se do marido. Enquanto isso, os Cotpotros estavam atacando a cidade junto com o Trio Gohma. Neste momento, o major Zaidosu avista alguém. É Lamy. Ele a vê triste e resolve consolá-la.
- Ei, moça, o que aconteceu? Porque está triste?
- Nada importante. Não precisa se preocupar.
- Por favor, me diga! Talvez eu possa ajudá-la.
- É uma longa história.
Então, ela contou a ele sobre Ikazuchi, que matou seu marido.
- Não sabemos de onde ele veio.
- Infelizmente, eu sei. Ele pertence à Tribo Gohma e eu também.
- Bem, prazer em conhecê-lo. Meu nome é Lamy.
- Eu sou o major Zaidosu. Espero vê-la novamente.
- Eu também.
Assim, eles se despediram.
Depois daquele dia, eles passaram a se encontrar mais vezes, até trocaram fotos.
No Palácio, Bandora estava à procura de sua guerreira.
- Onde está Lamy? Voltaremos a atacar a cidade e precisamos dela!
- Não sabemos, Bandora-sama! - disse Tottopatto.
Então, Bandora procurou-a em seu telescópio.
- Ah, está ali. Espere, quem é esse rapaz? - a bruxa falou.
Anoiteceu, o casal se despediu. Assim, no dia seguinte, Bandora anunciou seu novo guerreiro.
- Ouçam todos! Este é o guerreiro Aburera. Não permitirei que Lamy saia com outras pessoas sem a minha decisão. Para isto, ele está aqui.
Lamy, que estava lá, escutou tudo. Puripurikan percebeu sua presença.
- Oh, Lamy! - ele disse.
- Bandora-sama! Não pode fazer isso. O que há de errado com o rapaz? - ela perguntou.
- Segundo minhas fontes, ele e aquele monstro que matou Grifforzer são da mesma tribo. Devem ser pessoas ruins.
- A senhora não entende. Ele é um bom rapaz!
- Isso não importa!
Então, Lamy fugiu do palácio e foi atingida pelos raios que Bandora lançava, causando sangramento. Ela foi à Tribo Gohma.
Enquanto isso, os Jyurangers estavam em sua base.
- De onde veio aquele monstro? Não parecia ser do grupo da Bandora. - comentou Dan, o Tricera Ranger.
- Jyurangers, consegui informações. Ele pertence à Tribo Gohma. - falou Barza.
- Tribo Gohma? - todos perguntaram.
- Exatamente. Outro grupo de criaturas que querem dominar o planeta. Mas não se preocupem. Existe outro grupo de heróis, os Dairangers. Teremos que trabalhar em equipe com eles. Consegui contato com o mentor deles, Mestre Kaku.
Então, eles foram à procura dos Dairangers e encontraram-os.
Assim, os Jyurangers e os Dairangers cumprimentaram-se.
- Temos que deter Bandora! - falou Mei, a Ptera Ranger.
- Devemos pensar em alguma idéia para prendê-la novamente na urna. Vamos à base. - disse Burai, o Dragon Ranger.
Enquanto isso, na Tribo Gohma:
- Como ela pôde fazer isso? - o major perguntou.
- Bandora-sama não quer nos ver juntos. Para isso, conseguiu um aliado. - Lamy disse.
- Lamy, não importa o que eles façam, não conseguirão acabar com nossa amizade.
Dito isso, abraçaram-se.
À noite, estavam todos prontos para dormir, quando Gara visitou Zaidosu em seu quarto, que estava aceso. Ela viu-o observar uma fotografia.
- Quem está nesta foto?
Ele hesitou em responder.
- Não tenha medo.
- É uma amiga que conheci.
- Bem, então, boa noite.
- Boa noite.
Ao sair do quarto, ela depara-se com Shadam.
- O que está fazendo aqui? Precisa dormir. É muito tarde. - ele disse.
- Fui falar com Zaidosu.
- Bem, então, boa noite.
- Boa noite.
No dia seguinte, Zaidosu convidou Lamy para ir à Tribo Gohma e eles divertiram-se.
No Palácio:
- Ah, eles estão juntos novamente! Aburera, vá buscá-la!
Assim, ele invadiu a tribo.
- Onde está Lamy? Entreguem-a agora! - disse Aburera, apontando uma faca para Shadam.
- Quem? Não conheço ninguém com esse nome!
- Foi você quem pediu! - falou Aburera, fincando a faca no coronel, que gritou de dor.
- Shadam! Shadam! Acalme-se, por favor! - falou Gara, que tratou o ferimento.
- O que você quer aqui? - o coronel perguntou.
- Eu só quero levar uma pessoa para sua casa. Ah, está ali! - o malvado disse. - Volte aqui!
Sendo assim, foram obrigados a voltar lá.
- Venha aqui, mocinha. Bandora-sama mandou voltar.
Tentaram escapar, mas Aburera atirou.
- Ela terá mesmo que voltar? Não podemos fazer nada?
- Infelizmente, ela terá que voltar. Se a mantivéssemos aqui, Bandora causaria uma guerra. - um Cotpotro disse.
Antes de ir, Lamy abraçou Zaidosu e disse:
- Não importa o que eles façam, não conseguirão acabar com nossa amizade.
Então, foram embora. Logo em seguida, Gara abraçou Zaidosu, que chorou por Lamy.
No quarto:
- Sei que está muito triste. Ela significa muito para você, certo? - a tenente perguntou.
Ele confirmou.
- Então, vá atrás dela. Nós o apoiaremos. - falou Shadam.
Então, o rapaz voltou a sorrir e foi procurá-la.
De repente, Gara viu seu amigo tornar-se triste.
- Porque está triste? Aconteceu alguma coisa?
- Ele me fez lembrar de minha ex-mulher. É lindo quando começa um amor. Eu espero que ele seja feliz.
Então, ele recordou-se das brigas com a mulher e da guerra entre as tribos.
- Minha vida foi um sonho frustrado. Queria ter uma família. - retomou. - Vocês são a minha maior família. Principalmente você, por quem eu tenho um carinho especial.
Pouco a pouco, eles aproximaram-se. Assim, conversaram até dormirem juntos.
Enquanto isso, na floresta, Zaidosu procurava por Lamy, quando viu-a sendo agredida por Aburera e tentava fugir dele.
- Largue-a, miserável!
- Venha buscar!
Eles travaram uma batalha. O rapaz saiu ferido, mas conseguiu trazê-la de volta à tribo.
De volta à Tribo Gohma, trocaram abraços e carinhos.
- Devo muito a você. Aquele Aburera é muito perverso. - ela disse, enquanto tratava o ferimento no rosto do rapaz.
- Senti tantas saudades suas.
Então, aproximaram-se. Levemente, tocaram um ao outro e beijaram-se.
- O que foi isso? - perguntaram ao mesmo tempo.
- Só pode significar uma coisa. - ela disse.
- Eu te amo! - ele falou.
Assim, sorriram e beijaram-se novamente. Depois de um tempo, conversaram.
- Devo muito a você. É a primeira pessoa que me fez descobrir o amor. - o major disse.
- Como? - ela perguntou.
- Quase não há fraternidade ou amor entre os Gohma.
- Compreendo.
Voltaram ao quarto e descansaram.
No Palácio:
- Conseguiram escapar! Agora basta! Vamos atacá-los e destruí-los! - falou
Bandora.
Assim, a equipe de Bandora foi à cidade. Na base dos heróis, eles puderam ver tudo.
- Ah, Bandora! - falou Goushi.
- Temos que nos preparar. Vamos juntos! - disse mestre Kaku.
Eles chegaram lá e os Gohma, vendo a situação, também. Kou, KibaRanger, ficou feliz ao ver seu pai lutando ao seu lado.
- Kiryoku Tenshin Aura Changer!
- Dino Buckler!
- Ryuu Ranger, Tenkasei Ryou!
- Shishi Ranger, Tengensei Daigo!
- Tenma Ranger, Tenjuusei Shouji!
- Kirin Ranger, Tenjisei Kazu!
- Houou Ranger, Tenpuusei Rin!
- Kiba Ranger, Houshinsei Kou!
- Ten ni kagayaku itsu boshi! Gosei Sentai Dairanger!
- Tyranno Ranger! Geki!
- Mammoth Ranger! Goushi!
- Tricera Ranger! Dan!
- Tiger Ranger! Boy!
- Ptera Ranger! Mei!
- Dragon Ranger! Burai!
- Kyoryu Sentai Jyuranger!
Eles começaram a luta. Os Dairangers usaram seus ataques especiais provenientes do Kiryoku e os Jyurangers usaram suas armas. Logo em seguida, os Dairangers usaram a Kiryoku Bomber e a Super Kiryoku Bazooka, enquanto os Jyurangers usaram o Howling Cannon para destruir os Golems e Ikazuchi, que também estava lutando. Vendo a situação, Aburera pilotou seu robô. Os heróis formaram o Daijyujin e o DairenOh, enquanto o casal usou a Kyodaika Bakudan para poder lutar contra o robô do malvado. O DairenOh utilizou a DaiOuKen e o Daijyujin utilizou os ataques do King Brachio. Para finalizar, DaiMugen foi usado para quebrar o robô. Mesmo assim, Aburera pôde reconstruir sua máquina. Então, o major usou o Youryoku e Lamy usou sua arma. De repente, o robô utilizou sua espada e atingiu Lamy com um golpe fatal. Assim, a Kyodaika Bakudan perdeu seu efeito e ela voltou à terra. O rapaz voltou à terra para ajudá-la.
- Lamy, resista! Você sabe que não está sozinha!
- Meu amor, me escute, por favor! Será mais difícil se lutarmos contra isso agora. Eu não queria que acabasse assim. Infelizmente, nem tudo é como nós queremos.
- Mas nós podemos lutar por isso! Eu só peço que resista, por favor! Não vou saber viver sem você! É o meu primeiro amor! Não pode acabar assim! Eu te amo mais do que tudo!
- Eu sei, e eu quero me lembrar de você como o amor mais intenso e mais lindo que já tive.
Dito isso, ela morreu nos braços dele. Ele desesperou-se e chorou por ela. Depois, virou-se para o robô.
- Miserável! Você me paga por isso!
Assim, ele utilizou novamente a Kyodaika Bakudan e atacou a máquina. Então, os heróis utilizaram os mesmos ataques, unidos, e destruíram o robô. Aburera voltou à terra. Os Dairangers e os Jyurangers formaram suas Bazookas e dispararam. O malvado foi destruído, assim Lamy voltou a viver. Então, o major correu em sua direção para vê-la.
- Meu amor, você conseguiu!
- Tudo por você.
Assim, eles abraçaram-se e beijaram-se. Mas veio um Cotpotro e anunciou:
- O senhor deve voltar conosco. Os Gohma voltarão à tribo agora.
Eles tiveram que se despedir.
- Bem, terei que viajar para outro lugar. Não poderei mais ficar no Palácio da Bandora.
- Pode ficar na Tribo Gohma.
- Não precisa. Não quero incomodá-los. Se quiser, pode viajar comigo.
- Tenho que pedir permissão aos Gohma. Mas farei tudo para ficar com você. Só peço que me espere.
Eles se abraçaram e ele voltou à tribo.
Na Tribo Gohma:
- Gara, preciso falar contigo. - disse Zaidosu.
- O que aconteceu?
- Lamy viajará para outro lugar e preciso da permissão dos Gohma para ir.
- Querido, escute: Se quer ficar com ela, então vá. Eu sei como sofreu por ser dependente dos Gohma. Agora é sua vez de decidir o próprio destino.
- E seja feliz com quem ama. - o coronel disse.
Assim, ele agradeceu aos seus amigos e arrumou as malas. Os três amigos despediram-se.
- Gara, há muito tempo eu queria te pedir isso. Aceita se casar comigo?
Ela emocionou-se. Então, perguntou:
- Por que me pediu em casamento?
- Eu sempre achei que não amaria mais ninguém. Mas você é muito mais do que uma amiga e eu quero te fazer feliz. Eu te amo!
Ela o abraçou.
- Sempre te vi mais do que como um amigo. Mas nunca pensei que me amasse tanto quanto eu te amo.
- Então, quer dizer que...
- Eu aceito seu pedido.
Eles abraçaram-se e, então, beijaram-se.
Enquanto isso, Lamy estava no aeroporto. Então, ela ouviu uma voz conhecida.
- Lamy! Me espere!
Ela ficou feliz ao ver que seu amado veio.
- Lamy! Agora somos só nós dois!
Assim, eles abraçaram-se e beijaram-se. Então, viajaram.
Enquanto isso, os Jyurangers e os Dairangers divertiam-se. Mas chegou a hora da despedida.
- Adeus, Dairangers! Foi muito legal ter conhecido vocês! - disse Boy.
- Adoramos vocês, Jyurangers! - falou Lin.
- Venham nos visitar qualquer dia! - sugeriu Barza.
- Com certeza iremos! Adeus! - o mestre Kaku confirmou.
Eles despediram-se. Os Jyurangers voltaram às nuvens e os Dairangers acenavam para eles, depois voltaram à diversão.
Depois de alguns meses, Shadam e Gara já estavam casados. À noite, preparavam-se para dormir.
- Quem diria, que eu me casaria novamente depois de tanto tempo. Bem, agora é para sempre, meu amor!
Eles beijaram-se e dormiram juntos.
Enquanto isso, Zaidosu e Lamy também preparavam-se para dormir.
- Enfim, depois de tudo que passamos, conseguimos ficar juntos. - ela disse.
- Meu amor, agora somos só nós dois, para sempre! Todo o sofrimento acabou. Já estamos casados, é uma vida nova! Eu prometo, eu te farei feliz! Nós seremos felizes!
Então, eles beijaram-se.
FIM!
Fanfiction: Kidou Keiji Jiban
Kidou Keiji Jiban
"O amor que vence as diferenças"
Em um belo dia, Marshall caminhava entre os humanos, disfarçada. De repente, um bandido perseguido pela polícia passou e a fez de refém, assim os policiais não poderiam fazer nada. Mas a moça lutou contra o ladrãozinho. Começou um tiroteio entre os dois lados. O malvado tentou segurá-la, mas levou um soco. Sem escolhas, ele lançou seu revólver e a atingiu, causando seu desmaio.
A ambulância foi acionada para socorrer os feridos no tiroteio, dentre eles alguns policiais e a própria Marshall. No hospital, ela foi atendida por um médico, que a ajudou a recobrar a consciência.
- Está bem, moça? - perguntou-lhe o rapaz.
- Estou bem, mas, onde estou?
- Está em um hospital. Prazer em conhecê-la, meu nome é Yasuhiko.
- Meu nome é Marshall.
Logo depois, despediram-se. Ela foi a uma praça e observava as pessoas. Uma cena chamou-lhe a atenção: um garotinho andava de bicicleta quando desequilibrou-se e caiu.
Rapidamente, foi socorrido por ela e levado ao hospital. Lá, trataram de seus ferimentos.
Depois, o menino saiu muito feliz.
- Obrigado, moça! - disse o garotinho.
Em seguida:
- Fico feliz por confiar em mim. - disse o Dr. Yasuhiko.
- Era a única pessoa que eu tinha uma boa referência...
- Antes de ir, só peço que me visite quando puder...
- Não se preocupe, com certeza irei.
Eles despediram-se.
Marshall voltou à praça e pensou sobre sua amizade com o Dr. Yasuhiko. Depois de alguns minutos, decidiu visitá-lo. Enquanto isso, no escritório, o próprio doutor encontrava-se pensativo. Então, veio um colega e perguntou-lhe:
- O que está acontecendo, amigo? Algo especial? Está tão pensativo!
Quando ia responder, seu colega saiu da sala e depois disse:
- Visita para você, amigo!
Era Marshall. Ele a recebeu em seu escritório e eles conversaram. A noite veio e o horário de atendimento acabou. Com isso, preparavam-se para sair do hospital.
No escritório:
- Bem, obrigado pela visita. A propósito, você tem tempo livre amanhã?
- Tenho, mas por quê?
- Queria te convidar para sairmos juntos.
- Então, tudo bem.
- Queria conhecer sua família. Onde mora?
- Acho que não gostaria de conhecê-los. Eles não são uma família, exceto pela minha irmã. São desumanos.
- Desculpe-me. Eles não são tão bons como você.
Levemente, tocaram-se e beijaram-se.
Então, despediram-se. No dia seguinte, foram à praça.
Na base dos Biolon:
- Cannon, onde está sua irmã? - perguntou Dr. Jean Marrie.
- Não sei, senhor. - ela respondeu.
- Dr. Jean Marrie! Veja! Ela está aqui! - exclamou Madogarbo.
Eles chegaram à praça.
- Marshall, quem é esse humano? - perguntou Dr. Jean Marrie.
- O senhor não precisa saber. Ele é meu amigo. - ela respondeu.
Rapidamente, o vilão pegou sua arma e atirou. Yasuhiko protegeu-a e foi atingido.
- Dr. Yasuhiko! Dr. Yasuhiko! - gritou Marshall, desesperada, tentando acordá-lo. A ambulância foi acionada.
- Nós voltaremos, Marshall! - o malvado afirmou e desapareceu com sua equipe.
No hospital:
- Ele tem chances de sobrevivência? - ela perguntou a outro médico.
- Não se preocupe. Ele ficará bem. - disse o médico.
Depois de algumas horas, Yasuhiko recuperou-se. Antes de saírem, um enfermeiro avisou-os:
- Tomem cuidado! De acordo com alguns dados da cirurgia, ele poderá não sobreviver da próxima vez.
Depois de sair do hospital, o rapaz levou-a a sua casa. Divertiram-se bastante e dormiram juntos.
No dia seguinte, foram à praça. Conversaram até ouvir ruídos.
- Quem será agora? - perguntou Marshall.
- Deve ser perigoso. Venha comigo. - o doutor disse.
Foram ao hospital e esconderam-se no laboratório, mas a criatura misteriosa seguiu-os.
Estavam escondidos no laboratório. Dr. Jean Marrie usou um aparelho de Raio X e descobriu-os.
- Marshall, eu avisei que voltaria! - disse o vilão, que tentou agarrá-la pelo braço, mas Yasuhiko o impediu.
- Marshall, eu te proíbo de ficar com esse humano! Como pode se render a essa raça miserável? - o malvado perguntou.
- Nem todos os humanos são como o senhor pensa. - ela respondeu.
- Por que não a deixa fazer suas próprias escolhas? Por que não a deixa relacionar-se com os humanos? O senhor não conhece o amor. Acredito que Marshall seja uma boa pessoa.
Lembrou-se do garotinho da bicicleta e de quando foi socorrido por Marshall depois de levar um tiro.
- Ela não é como o senhor. Ela é humana.
- Não diga isso! Estou cansado de você, humano miserável! - disse Dr. Jean Marrie, que atirou nele, mas Marshall o defendeu e levou o tiro.
- Marshall! Marshall! Por que fez isso? - gritou o rapaz, desesperado.
- Só quero que entenda que foi por amor. - ela falou.
- Não se preocupe, você não morrerá. Eu vou te salvar, aconteça o que acontecer.
- Acredito em você.
- Desista! Ela já morreu! Não tem chances de sobreviver. - disse Dr. Jean Marrie.
- Não diga isso. Ela ainda tem chances de sobreviver. Acredito que conseguirei salvá-la.
- Talvez, mas não conseguirá salvar a si mesmo. - falou o malvado, que atirou no rapaz.
- Não se preocupe, Marshall. Eu vou te salvar. É meu dever como médico. - Yasuhiko disse, ao mesmo tempo que carregava sua amada para a sala de operações.
Dr. Jean Marrie foi embora. Depois de internarem a moça, socorreram Dr. Yasuhiko.
Passaram-se algumas horas e Marshall recuperou-se.
- Onde está Dr. Yasuhiko? - ela perguntou.
- Acho que não gostaria de saber. - um médico avisou-lhe.
Entraram em uma sala. Muitos enfermeiros e colegas estavam lá, tristes.
- O que aconteceu com ele? - ela perguntou.
- Infelizmente, como previsto, ele não resistiu ao tiro. - disse um enfermeiro.
Então, um médico tentou consolá-la. No dia seguinte, realizou-se o enterro do Dr. Yasuhiko. Dias depois, Marshall voltou à praça. De repente, apareceu a imagem de seu amado.
- Por que você se foi? Você não merecia morrer! – ela disse.
- Quero que entenda que fiz isso para te salvar. Você me defendeu naquele momento.
Lembrou-se do momento em que Dr. Jean Marrie atirou e Marshall foi atingida em seu lugar.
- O que eu posso fazer por você? – ela perguntou.
- Queria que trabalhasse como médica. Faça isso, estarei sempre contigo.
- Não se preocupe, eu farei o que está pedindo. – Marshall disse, abraçando Yasuhiko.
Assim, Marshall estudou bastante para Medicina e formou-se.
Em seu escritório, às vezes sentia-se sozinha, mas sabia que Yasuhiko estava por perto. Em seu tempo livre, ele costumava aparecer. Assim, trocavam beijos e abraços.
FIM
"O amor que vence as diferenças"
Em um belo dia, Marshall caminhava entre os humanos, disfarçada. De repente, um bandido perseguido pela polícia passou e a fez de refém, assim os policiais não poderiam fazer nada. Mas a moça lutou contra o ladrãozinho. Começou um tiroteio entre os dois lados. O malvado tentou segurá-la, mas levou um soco. Sem escolhas, ele lançou seu revólver e a atingiu, causando seu desmaio.
A ambulância foi acionada para socorrer os feridos no tiroteio, dentre eles alguns policiais e a própria Marshall. No hospital, ela foi atendida por um médico, que a ajudou a recobrar a consciência.
- Está bem, moça? - perguntou-lhe o rapaz.
- Estou bem, mas, onde estou?
- Está em um hospital. Prazer em conhecê-la, meu nome é Yasuhiko.
- Meu nome é Marshall.
Logo depois, despediram-se. Ela foi a uma praça e observava as pessoas. Uma cena chamou-lhe a atenção: um garotinho andava de bicicleta quando desequilibrou-se e caiu.
Rapidamente, foi socorrido por ela e levado ao hospital. Lá, trataram de seus ferimentos.
Depois, o menino saiu muito feliz.
- Obrigado, moça! - disse o garotinho.
Em seguida:
- Fico feliz por confiar em mim. - disse o Dr. Yasuhiko.
- Era a única pessoa que eu tinha uma boa referência...
- Antes de ir, só peço que me visite quando puder...
- Não se preocupe, com certeza irei.
Eles despediram-se.
Marshall voltou à praça e pensou sobre sua amizade com o Dr. Yasuhiko. Depois de alguns minutos, decidiu visitá-lo. Enquanto isso, no escritório, o próprio doutor encontrava-se pensativo. Então, veio um colega e perguntou-lhe:
- O que está acontecendo, amigo? Algo especial? Está tão pensativo!
Quando ia responder, seu colega saiu da sala e depois disse:
- Visita para você, amigo!
Era Marshall. Ele a recebeu em seu escritório e eles conversaram. A noite veio e o horário de atendimento acabou. Com isso, preparavam-se para sair do hospital.
No escritório:
- Bem, obrigado pela visita. A propósito, você tem tempo livre amanhã?
- Tenho, mas por quê?
- Queria te convidar para sairmos juntos.
- Então, tudo bem.
- Queria conhecer sua família. Onde mora?
- Acho que não gostaria de conhecê-los. Eles não são uma família, exceto pela minha irmã. São desumanos.
- Desculpe-me. Eles não são tão bons como você.
Levemente, tocaram-se e beijaram-se.
Então, despediram-se. No dia seguinte, foram à praça.
Na base dos Biolon:
- Cannon, onde está sua irmã? - perguntou Dr. Jean Marrie.
- Não sei, senhor. - ela respondeu.
- Dr. Jean Marrie! Veja! Ela está aqui! - exclamou Madogarbo.
Eles chegaram à praça.
- Marshall, quem é esse humano? - perguntou Dr. Jean Marrie.
- O senhor não precisa saber. Ele é meu amigo. - ela respondeu.
Rapidamente, o vilão pegou sua arma e atirou. Yasuhiko protegeu-a e foi atingido.
- Dr. Yasuhiko! Dr. Yasuhiko! - gritou Marshall, desesperada, tentando acordá-lo. A ambulância foi acionada.
- Nós voltaremos, Marshall! - o malvado afirmou e desapareceu com sua equipe.
No hospital:
- Ele tem chances de sobrevivência? - ela perguntou a outro médico.
- Não se preocupe. Ele ficará bem. - disse o médico.
Depois de algumas horas, Yasuhiko recuperou-se. Antes de saírem, um enfermeiro avisou-os:
- Tomem cuidado! De acordo com alguns dados da cirurgia, ele poderá não sobreviver da próxima vez.
Depois de sair do hospital, o rapaz levou-a a sua casa. Divertiram-se bastante e dormiram juntos.
No dia seguinte, foram à praça. Conversaram até ouvir ruídos.
- Quem será agora? - perguntou Marshall.
- Deve ser perigoso. Venha comigo. - o doutor disse.
Foram ao hospital e esconderam-se no laboratório, mas a criatura misteriosa seguiu-os.
Estavam escondidos no laboratório. Dr. Jean Marrie usou um aparelho de Raio X e descobriu-os.
- Marshall, eu avisei que voltaria! - disse o vilão, que tentou agarrá-la pelo braço, mas Yasuhiko o impediu.
- Marshall, eu te proíbo de ficar com esse humano! Como pode se render a essa raça miserável? - o malvado perguntou.
- Nem todos os humanos são como o senhor pensa. - ela respondeu.
- Por que não a deixa fazer suas próprias escolhas? Por que não a deixa relacionar-se com os humanos? O senhor não conhece o amor. Acredito que Marshall seja uma boa pessoa.
Lembrou-se do garotinho da bicicleta e de quando foi socorrido por Marshall depois de levar um tiro.
- Ela não é como o senhor. Ela é humana.
- Não diga isso! Estou cansado de você, humano miserável! - disse Dr. Jean Marrie, que atirou nele, mas Marshall o defendeu e levou o tiro.
- Marshall! Marshall! Por que fez isso? - gritou o rapaz, desesperado.
- Só quero que entenda que foi por amor. - ela falou.
- Não se preocupe, você não morrerá. Eu vou te salvar, aconteça o que acontecer.
- Acredito em você.
- Desista! Ela já morreu! Não tem chances de sobreviver. - disse Dr. Jean Marrie.
- Não diga isso. Ela ainda tem chances de sobreviver. Acredito que conseguirei salvá-la.
- Talvez, mas não conseguirá salvar a si mesmo. - falou o malvado, que atirou no rapaz.
- Não se preocupe, Marshall. Eu vou te salvar. É meu dever como médico. - Yasuhiko disse, ao mesmo tempo que carregava sua amada para a sala de operações.
Dr. Jean Marrie foi embora. Depois de internarem a moça, socorreram Dr. Yasuhiko.
Passaram-se algumas horas e Marshall recuperou-se.
- Onde está Dr. Yasuhiko? - ela perguntou.
- Acho que não gostaria de saber. - um médico avisou-lhe.
Entraram em uma sala. Muitos enfermeiros e colegas estavam lá, tristes.
- O que aconteceu com ele? - ela perguntou.
- Infelizmente, como previsto, ele não resistiu ao tiro. - disse um enfermeiro.
Então, um médico tentou consolá-la. No dia seguinte, realizou-se o enterro do Dr. Yasuhiko. Dias depois, Marshall voltou à praça. De repente, apareceu a imagem de seu amado.
- Por que você se foi? Você não merecia morrer! – ela disse.
- Quero que entenda que fiz isso para te salvar. Você me defendeu naquele momento.
Lembrou-se do momento em que Dr. Jean Marrie atirou e Marshall foi atingida em seu lugar.
- O que eu posso fazer por você? – ela perguntou.
- Queria que trabalhasse como médica. Faça isso, estarei sempre contigo.
- Não se preocupe, eu farei o que está pedindo. – Marshall disse, abraçando Yasuhiko.
Assim, Marshall estudou bastante para Medicina e formou-se.
Em seu escritório, às vezes sentia-se sozinha, mas sabia que Yasuhiko estava por perto. Em seu tempo livre, ele costumava aparecer. Assim, trocavam beijos e abraços.
FIM
terça-feira, 11 de agosto de 2009
Fanfiction: ChoJuu Sentai Liveman
ChoJuu Sentai Liveman:
"Escola dos Amantes"
(Baseada no episódio 21 de Liveman)
Na Academia, uma mensagem foi enviada à estudante Rui Senda. Era um teste enviado pelo Dr. Bias para escolher os humanos mais inteligentes que o serviriam. Ela terminou o teste que, depois, enviaria uma mensagem de confirmação em poucos minutos. Então, ela encontrou seu amigo trabalhando muito, muito cansado. Seu nome era Hikaru Nishimura.
- Você está bem? Parece tão cansado. - ela disse.
- Estou bem. É um dever de casa. - ele respondeu.
- Volte para casa, é melhor para você.- ela sugeriu.
Então, ele preparou-se e desligou o computador. Enquanto isso, ela recebeu a mensagem de confirmação. Para juntar-se aos Volt, teria que enviar outra mensagem; Dr. Bias buscaria-a. Mas pelo seu amigo, ela não iria. Então, desligou o computador. Poucos minutos depois, Dr. Bias atirou na Academia. Então, ela pediu a Hikaru para que saísse dali. Do outro lado da sala, seu colega Kenji Tsukikata ouviu os tiros.
- O que aconteceu aqui? Eu ouvi os tiros. Só pode ter sido Dr. Bias! O que você fez? - ele perguntou.
- Não posso me juntar aos Volt. Assim, não confirmei mensagem nenhuma.
- Por que fez isso? Podemos nos tornar gênios!
- Nós realmente precisamos nos juntar aos Volt? Podemos viver uma vida normal aqui.
- Então... Não importa que não queira juntar-se aos Volt, você irá!
Ele ameaçou-a com uma faca. Hikaru viu aquilo. Rapidamente, ele tirou-a de Kenji.
- Isso é imperdoável! Como se atreve a fazer isso com ela? - o bom rapaz perguntou, indignado.
- Hikaru, saia daqui, por favor, é melhor para você. Posso resolver isso, ele é perigoso.
De repente, Kenji esfaqueou o jovem e atirou nele. Ela ficou desesperada e tentou ajudá-lo.
- Alguém ajude-o! Ajude-o, por favor! - ela gritou, pedindo pela ajuda de alguém. Então, Yuusuke, Megumi e Jou vieram.
- Solte-a, idiota! - o Red Falcon ordenou.
- Venha buscá-la. Haha! - o mau menino disse e agarrou-a, proibindo-a de ajudar Nishimura. Ela socou-o, que atirou nela.
- Maldito Tsukikata! - Jou gritou.
Yuusuke foi ajudá-la. Ela disse poucas palavras, tais como "Salve-o, por favor...". Os três amigos salvaram-os rapidamente e voltaram para lutar contra Kenji.
- Olhem para mim! Agora, sou o Dr. Kemp do Império Volt! - ele transformou-se.
- Liveman! - eles transformaram-se também e lutaram. Assim, tiraram-o da Academia.
Então, no hospital, o casal estava no mesmo quarto. Eles estavam bem e Yuusuke visitou-os. Ela estava acordada, mas Hikaru estava dormindo.
- Ele está bem? - o Red Falcon perguntou.
- Sim. - ela respondeu. - Ele precisa descansar; sofreu muito com o tiro.
Yuusuke observou-a.
- Você está bem? Parece preocupada.
- Não há nada. Estou bem.
Ela sentia-se preocupada, mas, às vezes, não sabia porquê. De um lado, ela viveria uma vida normal na Academia; de outro lado, os Volt. Então, eles eram sua maior preocupação. Ela podia prever o que eles fariam, especialmente Kenji, que não desistirá até trazê-la aos Volt. Hikaru acordou e, em poucos minutos, eles deixaram o hospital e foram à casa dela. Em sua casa, eles conversaram.
- Sei que não quer falar sobre isso, mas por que ele te atacou?
- É uma longa história...Uma criatura do Império Volt, Dr. Bias, me enviou um teste. Fiz aquele teste sem saber que era para me juntar a eles. Eu descobri e não me juntei. Esse teste foi enviado a Kenji também. Ele me disse para me juntar aos Volt e me tornar um gênio, mas eu não quis.
- E por quê?
- Não quero dizer a você...É pessoal...
- Entendo.
O silêncio tomou conta do lugar. Lendo um livro em sua cama, ela adormeceu. Ele acariciou-a e eles dormiram juntos. No dia seguinte, ela acordou e viu-o. Ele era o homem mais doce para ela naquele momento. Ele acordou também. Eles tomaram o café da manhã e foram à praça.
- Espere por mim, eu voltarei. - ele disse.
Ela estava em um banco esperando por ele, quando Tsukikata aproximou-se dela.
- Afaste-se de mim... - ela disse, nervosa.
- Está com medo de mim? Acalme-se! - ele falou, então puxou uma faca de seu bolso e ameaçou-a. Ela tentou gritar, mas foi ameaçada novamente.
- Tente alguma coisa e eu te mato. - ele falou. - Agora, venha comigo.
De repente, ela socou-o e ele esfaqueou-a, depois caiu no chão. Ela escapou dele e escondeu-se embaixo de uma árvore. Kenji correu para encontrá-la e conseguiu. Então, ameaçou-a com a faca novamente e levou-a para uma casa abandonada, seu esconderijo secreto, e amarrou-a.
Enquanto isso, Hikaru voltou da loja e não encontrou-a. Então, foi ao banco deles e viu um pouco de sangue. Assustou-se e procurou por Rui. Enquanto Kenji deixava aquele lugar, ele entrou e encontrou sua amada ali.
- Rui Senda-sama! Rui Senda-sama! O que aconteceu contigo?
- Tsukikata... Foi Tsukikata... - ela apenas pronunciou aquele nome.
Ele tirou-a daquele lugar e voltaram para casa. Ele cuidou de seus ferimentos. Eles descansaram juntos. Enquanto isso, Kenji voltou ao seu esconderijo secreto e não encontrou-a.
- Maldito Nishimura!
Em casa, Hikaru encontrou-se pensando nela e observou a aliança. Ele queria casar-se com ela. Escondeu seu amor por ela por muito tempo. Mas sempre demonstrou seu carinho. Então, foi à cama deles. Procurou por um jeito de declarar seu amor.
No dia seguinte, Rui preparou-se para ir à Academia, mas Hikaru interferiu.
- Tem certeza disso? Não é perigoso? Talvez eu possa chamar a polícia para te proteger--. - ele foi interrompido.
- Não se preocupe. Venha comigo. - ela disse. Ele concordou e eles foram à Academia.
Eles entraram na sala. Hikaru ainda estava preocupado. Então, seu maior medo entrou na sala. Sim, Kenji estava lá. Hikaru tentou disfarçar sua aflição. Assim, depois daquela aula já haviam saído. Os dois rapazes encararam-se com raiva. Tsukikata colocou sua mão em seu bolso e tentou tirar uma faca, mas Yuusuke estava lá, vendo-o. O mau menino saiu dali. O casal e Yuusuke saíram do lugar. Eles estavam caminhando de volta para casa. Conversando, às vezes, sua mão tocava na mão dela.
- Tenho que dizer algo a você. - ele falou, um pouco tímido.
- O quê?
- Você tem sido minha melhor amiga... Não quero estragar nossa amizade, mas...Eu quero dizer isso. Eu...eu te amo!
De repente, ele beijou-a. Dois amantes beijando-se à noite, uma lua cheia no céu. Foi intenso...mas lindo. Sim, um suave, mas quente e amável beijo. Ela rendeu-se ao beijo. Isso foi interrompido e ele correu para sua própria casa. Ela ficou preocupada e procurou por ele.
Em sua casa, ele estava em sua cama, chorando silenciosamente. Não sabia porquê, mas sabia que havia perdido o controle naquela hora.
- O que eu fiz... - ele disse, em voz baixa.
Na praça, ela pensava em alguma forma de encontrá-lo. Então, foi à Academia e pediu seu número de telefone. Ela telefonou para ele.
- Hikaru! Fale comigo, por favor!
- Desculpe-me. Eu arruinei tudo.
- E se eu disser que amei aquilo?
- O quê?
- Por favor! Diga-me onde está.
- Estou em minha casa. - ele disse a ela seu endereço.
Alguns minutos depois, ela estava na casa dele. Eles foram ao seu quarto.
- Eu arruinei tudo. Somos apenas amigos. O que eu fiz...Não consigo me perdoar.
- Não diga isso...Você é meu melhor amigo. Talvez fosse natural acontecer...
- O quê? O que quis dizer?
- Você é meu...meu amado. Eu te amo!
Suavemente, eles beijaram-se e pararam.
- Ótimo... Isso foi ótimo... - ele disse e beijou-a novamente. Poucos minutos depois, eles estavam dormindo juntos.
No dia seguinte, acordaram. Antes de ir à Academia, ele deu-lhe um pequeno beijo nos lábios.
Durante a aula, enquanto o professor vistava os cadernos dos alunos, Kenji pediu-lhe para conversar com Rui.
- Mestre, tenho que falar com Rui.
- Não tenho nada para falar contigo.
- O quê? - ele agarrou seu braço.
- Afaste-se dela! - Hikaru protegeu sua amada. Então, Tsukikata esfaqueou-o, deixando-o caído. Ela tentou ajudá-lo.
- Pare agora, Tsukikata! - disse Kenichi, o professor. Ele foi esfaqueado pelo mau menino também. Megumi e Jou ajudaram seu mestre. Yuusuke tirou a faca de Kenji e lutou contra ele. Os rapazes feridos foram curados. Hikaru e Rui voltaram para casa.
- O que faremos agora? Ele está nos perseguindo! - ele exclamou.
- Nós lutaremos contra isso. Lutaremos juntos. Enquanto isso, seremos felizes juntos. - ela disse e sorriu para ele.
- Bem, tenho esperado para pedir isso. - ele pegou a aliança e deu a ela. - Quer casar comigo?
Ela sorriu para ele novamente e disse, alegremente:
- Sim, quero casar contigo. Eu te aceito por toda minha vida.
Então, eles beijaram-se.
FIM
"Escola dos Amantes"
(Baseada no episódio 21 de Liveman)
Na Academia, uma mensagem foi enviada à estudante Rui Senda. Era um teste enviado pelo Dr. Bias para escolher os humanos mais inteligentes que o serviriam. Ela terminou o teste que, depois, enviaria uma mensagem de confirmação em poucos minutos. Então, ela encontrou seu amigo trabalhando muito, muito cansado. Seu nome era Hikaru Nishimura.
- Você está bem? Parece tão cansado. - ela disse.
- Estou bem. É um dever de casa. - ele respondeu.
- Volte para casa, é melhor para você.- ela sugeriu.
Então, ele preparou-se e desligou o computador. Enquanto isso, ela recebeu a mensagem de confirmação. Para juntar-se aos Volt, teria que enviar outra mensagem; Dr. Bias buscaria-a. Mas pelo seu amigo, ela não iria. Então, desligou o computador. Poucos minutos depois, Dr. Bias atirou na Academia. Então, ela pediu a Hikaru para que saísse dali. Do outro lado da sala, seu colega Kenji Tsukikata ouviu os tiros.
- O que aconteceu aqui? Eu ouvi os tiros. Só pode ter sido Dr. Bias! O que você fez? - ele perguntou.
- Não posso me juntar aos Volt. Assim, não confirmei mensagem nenhuma.
- Por que fez isso? Podemos nos tornar gênios!
- Nós realmente precisamos nos juntar aos Volt? Podemos viver uma vida normal aqui.
- Então... Não importa que não queira juntar-se aos Volt, você irá!
Ele ameaçou-a com uma faca. Hikaru viu aquilo. Rapidamente, ele tirou-a de Kenji.
- Isso é imperdoável! Como se atreve a fazer isso com ela? - o bom rapaz perguntou, indignado.
- Hikaru, saia daqui, por favor, é melhor para você. Posso resolver isso, ele é perigoso.
De repente, Kenji esfaqueou o jovem e atirou nele. Ela ficou desesperada e tentou ajudá-lo.
- Alguém ajude-o! Ajude-o, por favor! - ela gritou, pedindo pela ajuda de alguém. Então, Yuusuke, Megumi e Jou vieram.
- Solte-a, idiota! - o Red Falcon ordenou.
- Venha buscá-la. Haha! - o mau menino disse e agarrou-a, proibindo-a de ajudar Nishimura. Ela socou-o, que atirou nela.
- Maldito Tsukikata! - Jou gritou.
Yuusuke foi ajudá-la. Ela disse poucas palavras, tais como "Salve-o, por favor...". Os três amigos salvaram-os rapidamente e voltaram para lutar contra Kenji.
- Olhem para mim! Agora, sou o Dr. Kemp do Império Volt! - ele transformou-se.
- Liveman! - eles transformaram-se também e lutaram. Assim, tiraram-o da Academia.
Então, no hospital, o casal estava no mesmo quarto. Eles estavam bem e Yuusuke visitou-os. Ela estava acordada, mas Hikaru estava dormindo.
- Ele está bem? - o Red Falcon perguntou.
- Sim. - ela respondeu. - Ele precisa descansar; sofreu muito com o tiro.
Yuusuke observou-a.
- Você está bem? Parece preocupada.
- Não há nada. Estou bem.
Ela sentia-se preocupada, mas, às vezes, não sabia porquê. De um lado, ela viveria uma vida normal na Academia; de outro lado, os Volt. Então, eles eram sua maior preocupação. Ela podia prever o que eles fariam, especialmente Kenji, que não desistirá até trazê-la aos Volt. Hikaru acordou e, em poucos minutos, eles deixaram o hospital e foram à casa dela. Em sua casa, eles conversaram.
- Sei que não quer falar sobre isso, mas por que ele te atacou?
- É uma longa história...Uma criatura do Império Volt, Dr. Bias, me enviou um teste. Fiz aquele teste sem saber que era para me juntar a eles. Eu descobri e não me juntei. Esse teste foi enviado a Kenji também. Ele me disse para me juntar aos Volt e me tornar um gênio, mas eu não quis.
- E por quê?
- Não quero dizer a você...É pessoal...
- Entendo.
O silêncio tomou conta do lugar. Lendo um livro em sua cama, ela adormeceu. Ele acariciou-a e eles dormiram juntos. No dia seguinte, ela acordou e viu-o. Ele era o homem mais doce para ela naquele momento. Ele acordou também. Eles tomaram o café da manhã e foram à praça.
- Espere por mim, eu voltarei. - ele disse.
Ela estava em um banco esperando por ele, quando Tsukikata aproximou-se dela.
- Afaste-se de mim... - ela disse, nervosa.
- Está com medo de mim? Acalme-se! - ele falou, então puxou uma faca de seu bolso e ameaçou-a. Ela tentou gritar, mas foi ameaçada novamente.
- Tente alguma coisa e eu te mato. - ele falou. - Agora, venha comigo.
De repente, ela socou-o e ele esfaqueou-a, depois caiu no chão. Ela escapou dele e escondeu-se embaixo de uma árvore. Kenji correu para encontrá-la e conseguiu. Então, ameaçou-a com a faca novamente e levou-a para uma casa abandonada, seu esconderijo secreto, e amarrou-a.
Enquanto isso, Hikaru voltou da loja e não encontrou-a. Então, foi ao banco deles e viu um pouco de sangue. Assustou-se e procurou por Rui. Enquanto Kenji deixava aquele lugar, ele entrou e encontrou sua amada ali.
- Rui Senda-sama! Rui Senda-sama! O que aconteceu contigo?
- Tsukikata... Foi Tsukikata... - ela apenas pronunciou aquele nome.
Ele tirou-a daquele lugar e voltaram para casa. Ele cuidou de seus ferimentos. Eles descansaram juntos. Enquanto isso, Kenji voltou ao seu esconderijo secreto e não encontrou-a.
- Maldito Nishimura!
Em casa, Hikaru encontrou-se pensando nela e observou a aliança. Ele queria casar-se com ela. Escondeu seu amor por ela por muito tempo. Mas sempre demonstrou seu carinho. Então, foi à cama deles. Procurou por um jeito de declarar seu amor.
No dia seguinte, Rui preparou-se para ir à Academia, mas Hikaru interferiu.
- Tem certeza disso? Não é perigoso? Talvez eu possa chamar a polícia para te proteger--. - ele foi interrompido.
- Não se preocupe. Venha comigo. - ela disse. Ele concordou e eles foram à Academia.
Eles entraram na sala. Hikaru ainda estava preocupado. Então, seu maior medo entrou na sala. Sim, Kenji estava lá. Hikaru tentou disfarçar sua aflição. Assim, depois daquela aula já haviam saído. Os dois rapazes encararam-se com raiva. Tsukikata colocou sua mão em seu bolso e tentou tirar uma faca, mas Yuusuke estava lá, vendo-o. O mau menino saiu dali. O casal e Yuusuke saíram do lugar. Eles estavam caminhando de volta para casa. Conversando, às vezes, sua mão tocava na mão dela.
- Tenho que dizer algo a você. - ele falou, um pouco tímido.
- O quê?
- Você tem sido minha melhor amiga... Não quero estragar nossa amizade, mas...Eu quero dizer isso. Eu...eu te amo!
De repente, ele beijou-a. Dois amantes beijando-se à noite, uma lua cheia no céu. Foi intenso...mas lindo. Sim, um suave, mas quente e amável beijo. Ela rendeu-se ao beijo. Isso foi interrompido e ele correu para sua própria casa. Ela ficou preocupada e procurou por ele.
Em sua casa, ele estava em sua cama, chorando silenciosamente. Não sabia porquê, mas sabia que havia perdido o controle naquela hora.
- O que eu fiz... - ele disse, em voz baixa.
Na praça, ela pensava em alguma forma de encontrá-lo. Então, foi à Academia e pediu seu número de telefone. Ela telefonou para ele.
- Hikaru! Fale comigo, por favor!
- Desculpe-me. Eu arruinei tudo.
- E se eu disser que amei aquilo?
- O quê?
- Por favor! Diga-me onde está.
- Estou em minha casa. - ele disse a ela seu endereço.
Alguns minutos depois, ela estava na casa dele. Eles foram ao seu quarto.
- Eu arruinei tudo. Somos apenas amigos. O que eu fiz...Não consigo me perdoar.
- Não diga isso...Você é meu melhor amigo. Talvez fosse natural acontecer...
- O quê? O que quis dizer?
- Você é meu...meu amado. Eu te amo!
Suavemente, eles beijaram-se e pararam.
- Ótimo... Isso foi ótimo... - ele disse e beijou-a novamente. Poucos minutos depois, eles estavam dormindo juntos.
No dia seguinte, acordaram. Antes de ir à Academia, ele deu-lhe um pequeno beijo nos lábios.
Durante a aula, enquanto o professor vistava os cadernos dos alunos, Kenji pediu-lhe para conversar com Rui.
- Mestre, tenho que falar com Rui.
- Não tenho nada para falar contigo.
- O quê? - ele agarrou seu braço.
- Afaste-se dela! - Hikaru protegeu sua amada. Então, Tsukikata esfaqueou-o, deixando-o caído. Ela tentou ajudá-lo.
- Pare agora, Tsukikata! - disse Kenichi, o professor. Ele foi esfaqueado pelo mau menino também. Megumi e Jou ajudaram seu mestre. Yuusuke tirou a faca de Kenji e lutou contra ele. Os rapazes feridos foram curados. Hikaru e Rui voltaram para casa.
- O que faremos agora? Ele está nos perseguindo! - ele exclamou.
- Nós lutaremos contra isso. Lutaremos juntos. Enquanto isso, seremos felizes juntos. - ela disse e sorriu para ele.
- Bem, tenho esperado para pedir isso. - ele pegou a aliança e deu a ela. - Quer casar comigo?
Ela sorriu para ele novamente e disse, alegremente:
- Sim, quero casar contigo. Eu te aceito por toda minha vida.
Então, eles beijaram-se.
FIM
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