Samurai Sentai Shinkenger
"O pacífico fim dos Gedoushuu."
Em um dia ensolarado, Dokoku estava caminhando entre os humanos, disfarçado. Ele perdeu sua parceira, Dayuu Usukawa, em uma grande batalha contra os Shinkengers. Agora, ele esperava por vingança contra os humanos. Então, ele sentou em um banco e viu uma mulher lendo um jornal. Ela olhou para ele e perguntou:
- Você está bem?
- Estou bem, mas onde estou?
- Está em Tóquio, Japão. Posso te ajudar?
- Sim.
Eles caminharam pela cidade.
- Você pode ter uma casa aqui. Eu te ajudarei. - ela sugeriu. De repente, ouviu uma criança chorando.
- Espere um momento, por favor. Eu voltarei. - a moça disse.
- Eu esperarei.
Ela foi ajudar a criança.
- O que aconteceu contigo?
- Eu vi um monstro feio. Ele assustou meus amigos e me machucou. Cuidado! Ele está atrás de você!
Os Nanashi agarraram-a, mas foram socados e empurrados.
- Saia daqui, é melhor para você. - ela disse à criança. Então, outros Nanashi vieram e esfaquearam-a.
Dokoku estava pensando nela.
- Como ela me conquistou? É apenas uma humana. Mas é uma humana especial. Ela não merece minha vingança contra eles.
Então, ele viu-a sendo agredida e correu para ajudá-la. Ela estava caída no chão, sangrando.
- Afastem-se dela, idiotas! - ele ordenou e ajudou-a a levantar-se.
- Leve-me a sua casa. Eu posso te ajudar. - ele disse e ela levou-o.
Em seu quarto, ela estava deitada. Ele cuidou de seus ferimentos. A noite veio.
- Tenho que voltar para casa, mas...Posso levar uma foto sua?
- Sim, leve essa.
- Obrigado. Boa noite.
- Espere...Prazer em conhecê-lo. Meu nome é Yoko. E você?
- Meu nome é...Takeshi. Prazer em conhecê-la também. Adeus.
- Adeus...
E, então, ele saiu.
Enquanto isso, no Rio Sanzu, Shitari e os Nanashi estavam procurando por Dokoku. Então, ele entrou lá.
- Onde você estava, Dokoku? Estávamos procurando por você! - Shitari perguntou.
- Eu...eu não quero dizer a vocês.
- Ok. Você não precisa. Mas está "preocupado". O que aconteceu contigo?
- Eu não quero dizer a vocês! Quero ficar sozinho agora.
- Ok. - o cientista saiu.
Então, Dokoku estava descansando, pensando nela e olhando sua foto. Ele caminhou pelo parque novamente e viu Yoko. Eles encontraram-se e conversaram. Às vezes, ficavam em silêncio, apenas tocando mão do outro.
- Gostaria de ficar mais tempo contigo, mas...tenho que cuidar das crianças. Verei você em breve. Adeus! - ela disse.
- Adeus. - ele pensou e pediu. - Mas...posso ficar contigo e com as crianças?
- Pode. Eu gostaria que ficasse.
Assim, eles estavam olhando-as brincarem, quando os Nanashi chegaram.
- Malditos! Saiam daqui agora! - Takeshi gritou.
- Eu não obedecerei a um humano idiota. Espere! Você tem a voz de Dokoku! Não pode ser... - o soldado exclamou.
- O que está dizendo?
- Você pode ser Dokoku? Eu não acredito... - o Nanashi disse novamente.
- Cale-se! - ele correu para atacá-los, mas foi esfaqueado por um deles. Ela tentou ajudá-lo.
- Volte para casa, por favor...Eu derrotarei-os.
- Mas como? Você está ferido!
- Confie em mim...Eu estarei bem. - ele sorriu para ela.
Ela não tinha escolha. Por ele, ela voltou para casa, mas preocupada, rezando por ele.
Takeshi estava lutando contra eles, quando pegou sua espada e atacou-os. Os soldados saíram de lá. O rapaz foi à casa dela e não encontrou-a. Ele ficou preocupado e foi ao Rio Sanzu. Estava escondido lá e viu-a capturada por aqueles soldados. Shitari chamou seu mestre.
- Dokoku! Olhe para o que temos para você! Uma humana!
- Maldito! Solte-a!
- Mas...Dokoku!
- Solte-a agora!
- Não posso acreditar. O verdadeiro Dokoku odeia humanos. O que está acontecendo contigo? - um Nanashi perguntou.
- Não me questione! Solte-a agora ou eu te matarei!
- Ok! Ok! - eles soltaram-a.
- Obrigada... - ela agradeceu-o.
- Adeus... - ele disse.
- Adeus...
De volta a sua casa, ela pensou nele.
- Por que ele fez isso? O grande general dos Gedoushuu...sendo bondoso...E aquela voz...Talvez a voz de Takeshi...
No Rio Sanzu, Dokoku estava pensando nela novamente, um pouco triste pelo que aconteceu com ela lá.
- Yoko, eu prometo. Eu acabarei com isso. Essa guerra estará acabada. Por você.
Ele tentou pensar nisso.
- Mas...como convencerei-os? Tentarei mesmo assim.
Transformou-se em humano e saiu para encontrá-la. Eles conversaram.
- Talvez você possa não acreditar, mas eu...fui capturada por algumas criaturas e fui levada a um lugar chamado Rio Sanzu.
- Como se sentiu lá?
- Eu estava assustada...muito assustada. Mas o mestre deles me libertou. Por dentro, ele era bom e amoroso. E...ele tinha sua voz.
Takeshi ficou paralisado com suas palavras.
- Takeshi, o que aconteceu?
- Nada...Não há nada...Desculpe-me, tenho que ir embora.
Ele correu para o Rio Sanzu. Ela perseguiu-o. Takeshi estava deitado e ela chegou em seu quarto.
- Takeshi, que está fazendo aqui? - Yoko perguntou, assustada.
- Como chegou aqui? É perigoso! Volte para casa, por favor!
- O que está dizendo? E...e você? Como chegou aqui?
Shitari chegou.
- Dois humanos aqui! Dokoku, olhe isso! Dokoku? Onde você está?
Ele saiu para procurá-lo.
- Vamos sair daqui! - Takeshi levou-a consigo à saída, mas os Nanashi chegaram.
Shitari voltou.
- Bem, Dokoku não está aqui, mas eu levarei-os a ele!
Então, Takeshi pegou sua espada e atirou neles.
- Pare agora!
- E por quê?
- Eu sou seu mestre!
Ele transformou-se em Dokoku. Ela não podia acreditar! Ele era Dokoku o tempo todo!
- Não posso acreditar! Desculpe, mestre! Mas você...
- Eu também...Por que fez isso, Takeshi?
Ele tirou-a de lá e destransformou-se. Então, correu para longe. Ela tentou encontrá-lo. Ele estava sentado em um banco, com uma bela lua cheia, na praça, vendo o mar, à noite. Estava chorando, silenciosamente, pensando no que havia feito. Yoko encontrou-o e ficou próxima a ele. Takeshi estava quieto, muito tímido para falar com ela, que estava triste também e, talvez, chorando. Depois de um tempo:
- Desculpe-me. Eu te enganei.
- Não...Você não me enganou. Você mostrou que é bondoso.
- Não consigo perdoar a mim mesmo. Você é a pessoa mais amável e eu fiz isso contigo. Eu não era humano e não posso convencê-los a parar com essa guerra.
Ele levantou-se e ela também.
- Ouça...Começamos sendo amigos, mas eu...eu te amo! Precisava dizer isso a você! Talvez você não queira me ver mais depois disso, mas eu não poderia te deixar ir embora sem saber disso. Você é amada. Você é minha amada! - ele confessou.
- Não...Eu nunca te deixarei. Meu amor... - suavemente, beijaram-se.
- Mas...como convencerei-os a parar essa guerra? - ele perguntou.
- Você é o mestre deles. Você conseguirá.
- Você está certa... - ele beijou-a novamente.
Enquanto isso, em uma multidão, Shitari disse, junto a outros Gedoushuu.
- Ouçam! Chamei todos porque vocês serão conquistados pelos Gedoushuu. Nós temos esperado por nossa vingança. São as ordens do mestre. Nanashi, encontrem Dokoku!
- Não precisam. Estou aqui. - ele chegou.
- Oh, Dokoku! Diga-nos o que faremos com eles.
- Parem agora!
- O quê?
- Eu sou seu mestre! Mandei parar agora e libertá-los. Eles viverão suas vidas normalmente. Vocês viverão uma vida normal.
- Bem, você é o comandante. Mas o que faremos agora?
- Consigam uma forma humana para si mesmos. Esta guerra está acabada.
Então, a partir desse momento, os Nanashi transformaram-se em civis e Shitari tornou-se um cientista, um velho cientista. Takeshi e Yoko moraram em sua casa. Eles tornaram-se professores e viveram felizes.
sábado, 15 de agosto de 2009
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